Que engraçado, hoje eu acordei mais saudosa do que os dias anteriores; lembrei-me de tanta gente, nossa, bateu uma dor no meu peito que parecia interminavel.
Voltei pelo menos 30 anos atráz no tempo, senti saudades da MAEZONA(era assim que chamávamos a D. Ivani), em todo o tempo que fomos vizinhas, nunca ví ela triste e olha que a vida DELES NÃO ERA NADA FÁCIL.
A maezona e o pai Miro tinham muitos filhos, lembro do nome da Rita, Cida, Verinha, a Nenê, o Mirão, o Cássio, o Alexandre, a Mônica e o Eduardo, todos eles muito especiais, pessoas doces e educadas, todos mas em especial o Eduardo.
A vida gosta mesmo de pregar muitas peças na gente e pregou uma muito grande para mim, o docê Eduardo, é assim que me lembro dele pois me apaixonei por êle.
Foi uma paixão muito louca que marcou muito em minha vida. Dizem que o AMOR E O ÓDIO andam lado a lado e é a mais pura das verdades, esse mesmo docê de pessoa um dia me odiou e me odeia ate hoje.
Nossa história, daria para escrever um livro, por causa desse amor fui desprezada, odiada e ameaçada, de que andianta falar agora, mesmo porque ele jamais quiz me ouvir e saber da verdade e para não vê-lo sofrer mais doque ja sofriamos, tive que deixá-lo.
Êle nunca entendeu e nem vai entender, também depois de 30 anos, que adianta.
Erámos em muitas mulheres, A Ninha, a Teca, a Nega, a Lane e a Vania e eu, todas jovens solteiras e sem juízo mas, a mais româtica sempre fui eu como sou ate hoje, as vezes fico pensando que por causa do meu romantismo é que sofro ate hoje, não esqueço de detalhes, lembro de coisas que a a maioria das pessoas citadas ja esqueceram e eu não.
Mesmo com todo sofrimento que passei, jamais quero esquecer o meu passado pois, atravéz das lembranças é que tento formar um novo presente tentando corrigir os erros.
Que saudades tenho das minhas irmãs do coração a Rutinha, a Diana.
As vezes dou risadas sozinha de lembrar quando nos conhecemos no vestiário da Pfiser(uma industria quimica e farmaceutica que tem aqui onde hoje eu moro que é Guarulhos), que saudades daquele tempo, tempo de inocência, de bailinhos que fazíamos em casa com os meninos da rua 9 os irmãos Joãozinho, Claudio, Sèrgio e Odilon, época em que conheci o meu marido e antes dele um dos grande amores de minha vida o Luiz Ismar Dias( sim porque eu amei muitas vezes, se fui amada, acho que não pois eles me esqueceram e não lutaram para ficar comigo.
Nossa, agora eu fui muito longe, o motoqueiro mais cobiçado de Ermelino Matarazzo, que tempo que tráz saudades pois tudo era de uma incência sem igual, o que mais bebiamos nos bailinho era a Cubalibre, uma época que dançávamos de rostinho colado, que saudades. Bem por hoje chegar ja chorei demais quem sabe amanhã eu continuo.....
Voltei pelo menos 30 anos atráz no tempo, senti saudades da MAEZONA(era assim que chamávamos a D. Ivani), em todo o tempo que fomos vizinhas, nunca ví ela triste e olha que a vida DELES NÃO ERA NADA FÁCIL.
A maezona e o pai Miro tinham muitos filhos, lembro do nome da Rita, Cida, Verinha, a Nenê, o Mirão, o Cássio, o Alexandre, a Mônica e o Eduardo, todos eles muito especiais, pessoas doces e educadas, todos mas em especial o Eduardo.
A vida gosta mesmo de pregar muitas peças na gente e pregou uma muito grande para mim, o docê Eduardo, é assim que me lembro dele pois me apaixonei por êle.
Foi uma paixão muito louca que marcou muito em minha vida. Dizem que o AMOR E O ÓDIO andam lado a lado e é a mais pura das verdades, esse mesmo docê de pessoa um dia me odiou e me odeia ate hoje.
Nossa história, daria para escrever um livro, por causa desse amor fui desprezada, odiada e ameaçada, de que andianta falar agora, mesmo porque ele jamais quiz me ouvir e saber da verdade e para não vê-lo sofrer mais doque ja sofriamos, tive que deixá-lo.
Êle nunca entendeu e nem vai entender, também depois de 30 anos, que adianta.
Erámos em muitas mulheres, A Ninha, a Teca, a Nega, a Lane e a Vania e eu, todas jovens solteiras e sem juízo mas, a mais româtica sempre fui eu como sou ate hoje, as vezes fico pensando que por causa do meu romantismo é que sofro ate hoje, não esqueço de detalhes, lembro de coisas que a a maioria das pessoas citadas ja esqueceram e eu não.
Mesmo com todo sofrimento que passei, jamais quero esquecer o meu passado pois, atravéz das lembranças é que tento formar um novo presente tentando corrigir os erros.
Que saudades tenho das minhas irmãs do coração a Rutinha, a Diana.
As vezes dou risadas sozinha de lembrar quando nos conhecemos no vestiário da Pfiser(uma industria quimica e farmaceutica que tem aqui onde hoje eu moro que é Guarulhos), que saudades daquele tempo, tempo de inocência, de bailinhos que fazíamos em casa com os meninos da rua 9 os irmãos Joãozinho, Claudio, Sèrgio e Odilon, época em que conheci o meu marido e antes dele um dos grande amores de minha vida o Luiz Ismar Dias( sim porque eu amei muitas vezes, se fui amada, acho que não pois eles me esqueceram e não lutaram para ficar comigo.
Nossa, agora eu fui muito longe, o motoqueiro mais cobiçado de Ermelino Matarazzo, que tempo que tráz saudades pois tudo era de uma incência sem igual, o que mais bebiamos nos bailinho era a Cubalibre, uma época que dançávamos de rostinho colado, que saudades. Bem por hoje chegar ja chorei demais quem sabe amanhã eu continuo.....